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Refém seqüestrado no Iraque é 'salvo' pelo Google | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um jornalista australiano capturado por militantes rebeldes no Iraque foi libertado depois que seus seqüestradores confirmaram sua identidade no site de busca Google. John Martinkus foi seqüestrado em Bagdá no sábado. Ele foi o primeiro australiano a ser capturado no Iraque desde o início da invasão americana. Os seqüestradores concordaram em libertá-lo depois de ficarem convencidos de que ele não trabalhava para o serviço secreto americano ou para alguma empresa americana no Iraque. Martinkus deveria embarcar de volta para a Austrália nesta terça-feira. O produtor-executivo da rede de televisão australiana SBS, Mike Carey, disse que o Google provavelmente salvou a vida do jornalista. "Eles pesquisaram no Google e encontraram um site, não sei exatamente qual, que provava que ele era quem dizia ser", disse Carey à agência de notícias Associated Press. Martinkus disse à imprensa australiana que foi capturado na frente de um hotel localizado próximo à embaixada australiana em Bagdá por muçulmanos sunitas que o ameaçaram de morte. "Contei para eles o que estava fazendo e que não estava armado", disse. Perguntado sobre qual sua estratrégia para lidar com o cativeiro, Martinkus disse que falou "sem parar". |
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