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Sérvios admitem massacre de 7 mil bósnios em 1995 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um relatório oficial divulgado por autoridades sérvias da Bósnia reconhece pela primeira que vez que mais de 7 mil muçulmanos bósnios foram massacrados na cidade bósnia de Srebrenica. A agência de notícias sérvia da Bósnia SRNA afirma que o relatório sobre o massacre de 1995 será submetido ao governo sérvio da Bósnia nesta sexta-feira. Em junho deste ano, o presidente da área sérvia da Bósnia admitiu pela primeira vez que forças sérvias haviam cometido o massacre, mas não revelou cifras oficiais sobre o número de vítimas. O Tribunal Criminal Internacional para a Antiga Iugoslávia, da ONU, descreveu o massacre de Srebrenica como um genocídio. Guerra O massacre aconteceu depois que forças sérvias atacaram uma área controlada pela ONU durante a brutal guerra da Bósnia-Herzegovina. Djordje Stojakovic, um dos integrantes da comissão que fez o relatório, disse à agência de notícias francesa AFP que o documento inclui "a mais objetiva e correta lista sobre o montante de mortos em Srebrenica". "Nós temos mais de 30 fontes de informação, mas a lista não é definitiva. Não tenho certeza de que um dia venha a haver uma lista definitiva", afirmou. Radovan Karadzic, o líder dos sérvios da Bósnia durante a guerra que durou de 1992 a 1995, e seu comandante militar, Ratko Mladic, permanecem foragidos. Ambos foram indiciados pelo tribunal da ONU por crimes de guerra e genocídio por sua atuação no massacre de Srebrenica. |
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