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Ambientalista do Quênia ganha o Nobel da Paz | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A ambientalista Wangari Maathai, do Quênia, recebeu o Prêmio Nobel da Paz de 2004. Ela ocupa atualmente o cargo de vice-ministra do Meio Ambiente e é responsável por um novo projeto de reflorestamento no seu país. "Recebi um telefonema do embaixador da Noruega me informando de que ganhei o Nobel", disse a ativista, de 64 anos, à agência de notícias France Presse. Ela é a primeira mulher africana a ganhar o Nobel da Paz, prêmio que começou a ser entregue em 1901. Há três anos, o diretor do Prêmio Nobel disse que, no novo século, novos tipos de pacifistas, como por exemplo ambientalistas, poderiam ser ganhadores. Recorde de candidatos O prêmio foi disputado pelo número recorde de 194 candidatos. Entre eles, figuravam a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), representada pelo seu diretor, Mohamed El Baradei, além do ex-chefe das inspeções de armas da ONU no Iraque Hans Blix. Além deles, dois senadores americanos, Sam Nunn e Richard Lugar, estavam na disputa após terem criado um programa para desmantelar armas nucleares após o colapso da União Soviética. Outros candidatos com pouca probabilidade de vencer foram inscritos Na quinta-feira, a Academia Sueca premiu a escritora austríaca Elfriede Jelinek com o Nobel de Literatura de 2004. Ela é apenas a décima mulher a ganhar o prêmio desde que ele foi criado, há mais de um século. |
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