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Família confirma morte de refém britânico no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A família do britânico Kenneth Bigley, capturado por militante rebeldes no Iraque em 16 de setembro, confirmou nesta sexta-feira ter "provas inquestionáveis" de que o refém foi assassinado pelos seqüestradores. Em um comunicado à imprensa transmitido pela televisão, Phil Bigley, irmão de Kenneth, disse ainda que a família acredita que o governo britânico fez tudo o que podia para salvar o refém. Horas antes, o Ministério de Relações Exteriores da Grã-Bretanha havia dito que estava investigando as alegações da existência de um vídeo que exibe o assassinato de Bigley. A agência de notícias Reuters diz que um de seus jornalistas assistiu ao vídeo e afirmou que as imagens mostravam Bigley dizendo suas últimas palavras antes de ser decapitado. De acordo com a emissora árabe de televisão por satélite Al-Arabiya, Bigley foi morto na quinta-feira na cidade de Latifiyah, ao sul de Bagdá, onde forças americanas e iraquianas lançaram uma grande ofensiva contra militantes rebeldes. Há três semanas, o grupo militante Tawhid e Jihad, liderado pelo jordaniano Abu Musab Al-Zarqawi, anunciou ter seqüestrado Bigley e dois americanos, que foram mortos no fim do mês passado. Cerca de 30 reféns estrageiros foram assassinados no Iraque nos últimos meses e outros 30, além de centenas de iraquianos, ainda são mantidos reféns. |
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