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Forças da ONU tentam restaurar ordem no Haiti | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As forças de paz da ONU no Haiti, lideradas pelo Brasil, tentam restaurar a ordem na capital Porto Príncipe, depois que três policiais foram mortos a tiros durante manifestação de simpatizantes do ex-presidente haitiano Jean-Bertrand Aristide. O primeiro-ministro interino, Gerard Latourtue, prometeu prender os responsáveis pela morte dos policiais. Vários civis também ficaram feridos. A troca de tiros começou quando milhares de seguidores de Aristide saíram dos bairros pobres anunciando que Aristide vai voltar do exílio. As forças de paz da ONU também tentam controlar saques e gangues armadas que têm causado tumultos na cidade de Gonaives, devastada pela tempestade tropical Jeanne no mês passado. Rebeldes Na última quarta-feira, as forças de paz conseguiram impedir que um grupo de rebeldes invadisse a cidade de Gonaives. Os rebeldes alegavam que poderiam fazer mais para a população do que a missão das Nações Unidas. "Nenhum estrangeiro tem o direito de nos dizer para entregarmos nossas armas", disse um líder rebelde à agência de notícias Associated Press. "Nós fomos lá porque onde quer que segurança seja necessária, nós estaremos lá." A ONU afirma que precisa de mais mil soldados da força de paz para ajudar a proteger os comboios com alimentos enviados a Gonaives. A passagem da tempestade tropical Jeanne pela região deixou um saldo de mais de 1,5 mil mortos, cerca de 900 desaparecidos e 200 mil pessoas sem abrigo ou comida. |
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