|
Paquistão 'mata' maior suspeito de terrorismo do país | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Paquistão afirma que forças de segurança mataram a tiros o militante Amjad Farooqi, o suspeito de terrorismo mais procurado do país. O ministro paquistanês da Informação, xeque Rashid Ahmed, disse que Farooqi, apontado como membro da organização Al-Qaeda, foi morto na província de Sindh, no sul do país. As autoridades do Paquistão acusavam o militante de envolvimento em duas tentativas de assassinato do presidente Pervez Musharraf e no assassinato do jornalista americano Daniel Pearl em 2002. O governo paquistanês afirma que Farooqi foi morto em um tiroteio de quatro horas com as forças de segurança em uma casa na cidade de Nawabshah, 200 quilômetros ao nordeste de Karachi. De acordo com as autoridades locais, outros três importantes suspeitos de terrorismo foram presos e pelo menos três homens foram mortos no tiroteio. 'Atividades terroristas' O ministro do Interior paquistanês, Aftab Ahmed Khan, disse à agência de notícias Associated Press que os três detidos na operação estavam "possivelmente envolvidos em atividades terroristas dentro do país". As autoridades haviam oferecido uma recompensa de 20 milhões de rúpias paquistanesas (cerca de R$ 1 milhão) por informações sobre a localização de Amjad Farooqi, também conhecido como Amjad Hussain. O militante era descrito como um "terrorista esquivo e extremamente inteligente", que teria criado células de extremistas que funcionavam de maneira independente uma das outras. Farooqi era considerado um aliado próximo de Abu Faraj Al-Libbi, descrito como chefe operacional da Al-Qaeda na região e também acusado de participação nas tentativas de assassinato contra Musharraf. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||