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Mortos por 'Jeanne' já passam de mil no Haiti | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo do Haiti afirmou que o número de mortes causadas pela tempestade tropical Jeanne no país já passou de mil. Segundo as autoridades, também há mais de 1,2 mil pessoas desaparecidas. Muitas das vítimas na cidade de Gonaives, a mais afetada pela tempestade, podem ter sido lançadas no mar ou impedidas de deixar suas casas inundadas. Agências de ajuda internacional temem que um número maior de mortos fique evidente depois que as águas baixarem e revelarem cadáveres que agora estão submersos. Epidemias O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, fez um apelo para que a comunidade internacional envie urgentemente ajuda humanitária para o país caribenho. Já o primeiro-ministro haitiano, Gerard Latortue, alertou para a ameaça de graves epidemias de doenças. "Nós fizemos um apelo por ajuda. O Haiti não pode se recuperar de um desastre como este sozinho", disse Latortue. As agências de ajuda estão enterrando cadáveres em valas comuns para tentar reduzir o risco de disseminação de doenças. O repórter da BBC Jeremy Cooke, que esteve em Goanives, afirma que a rua principal da cidade parece um rio, fluindo com água muito suja, de cor marrom. Sobreviventes transitam pela lama, que às vezes chega até a cintura, tentando salvar peças de sua mobília ou encontrar comida. |
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