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Grupos armados ameaçam o Haiti, diz ONU | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Conselho de Segurança da ONU advertiu nesta sexta-feira que grupos armados continuam ameaçando a paz no Haiti, mais de seis meses depois da instabilidade que culminou com a saída do presidente Jean-Bertrand Aristide, em fevereiro. Em uma mensagem, o Conselho pede que o governo interino do primeiro-ministro Gerard Latortue “complete sem atrasos o estabelecimento das estruturas e a adoção da base legal necessárias para a implementação de um desarmamento em nível nacional” no país caribenho. Na quarta-feira, Latortue foi a público pedir calma à população, depois de grupos de ex-soldados terem invadido delegacias em várias cidades. Na capital haitiana, Porto Príncipe, a polícia ainda enfrenta dificuldades na tentativa de controlar grupos armados que têm como base favelas da cidade. Faltam tropas Algumas das principais favelas de Porto Príncipe são redutos de simpatizantes do ex-presidente Aristide, que diz ter sido forçado a deixar o cargo em fevereiro. Em sua mensagem, a ONU também pediu que os seus estados-membros honrem seus compromissos e enviem policiais e soldados para participar da força de estabilização no Haiti. A força, liderada pelo Brasil, está atualmente operando com menos da metade do número de tropas que deveria ter. Ainda nesta sexta-feira, o governo da Espanha anunciou que iria mandar 200 fuzileiros navais para participar da operação. |
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