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Cat Stevens diz que decisão dos EUA de barrá-lo foi 'loucura' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Yusuf Islam, o cantor britânico antes conhecido como Cat Stevens, disse nesta quinta-feira que ficou "totalmente chocado" por ter sua entrada barrada nos Estados Unidos. Ao chegar deportado ao aeroporto de Heathrow, em Londres, Islam disse que a decisão de negar a sua entrada pela preocupação com a segurança nacional é uma "loucura" e afirmou que quer uma explicação. O cantor viajava para Washington quando seu vôo foi redirecionado para a cidade de Bangor, no Estado de Maine, e ele saiu escoltado da aeronave. Islam foi detido pelo FBI na terça-feira, quando ordenaram que ele deixasse o país. O músico, que se converteu ao islamismo na década de 70 e adotou o nome de Yusuf Islam, é citado em uma lista do governo dos Estados Unidos de pessoas que têm entrada proibida no país. Conversão Dennis Murphy, porta-voz do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, confirmou que Yusuf Islam foi detido por "questões de segurança nacional". Depois de pousar em Bangor, o avião da United Airlines seguiu normalmente rumo ao seu destino final. Quanto era conhecido como Cat Stevens, nos anos 60 e 70, Islam gravou 12 álbuns e emplacou sucessos como Wild World e Morning Has Broken. Nos últimos anos, ele tem se dedicado a defender e difundir a filosofia muçulmana, após ter inaugurado uma escola islâmica em Londres. |
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