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Londres investiga suposto plano para atacar aeroporto | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Agentes do serviço de inteligência da Grã-Bretanha estão investigando informações de que um suspeito preso no Paquistão estaria participando de planos para atacar o aeroporto de Heathrow, o maior de Londres. Naeem Noor Khan está sendo acusado de ser o "contínuo" que passava as informações em código entre os integrantes da Al-Qaeda. Segundo o jornal The Times, Khan tinha mapas detalhados do aeroporto. No entanto, o correspondente da BBC no Paquistão, Zafar Abbas, não conseguiu confirmar a existência do suposto plano com os investigadores. A reportagem do jornal britânico afirma que Khan esteve na Grã-Bretanha pelo menos seis vezes nos últimos anos. Reuniões Ele teria participado de reuniões com líderes da Al-Qaeda sobre o plano, segundo o Times. Um investigador que preferiu não se identificar disse à agência de notícias AFP que a informação obtida com a prisão de Khan permitiu "vislumbrar com detalhes" a forma de trabalho da Al-Qaeda. "Khan participou do planejamento de ataques ao aeroporto de Heathrow em Londres há algum tempo e era procurado pelo governo dos Estados Unidos", disse a fonte da AFP. O investigador não deu detalhes sobre quando o ataque ao aeroporto aconteceria, mas afirmou que os dados armazenados no computador dele foram passados tanto aos Estados Unidos quanto à Grã-Bretanha. O correspondente da BBC no Paquistão disse que ninguém quer confirmar a ligação de Khan com o plano do aeroporto. "Mesmo nas entrevistas de bastidores (em que as fontes não são identificadas), ninguém indicou a existência de qualquer plano para Heathrow", disse Khan. O correspondente acrescentou que os investigadores paquistaneses evitaram revelar o conteúdo das informações encontradas nos computadores de Khan. "Tudo o que eles dizem é que, sim, ele é um especialistas em comunicações que trabalhava para a Al-Qaeda." O Ministério do Interior (Justiça) britânico afirmou que não há indícios de uma ameaça específica. "Se houvesse uma ameaça crível e específica, nós informaríamos a população", disse uma porta-voz do ministério. |
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