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Cientista presa pelos EUA será solta, diz Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Justiça do Iraque, Malik al-Hassan, anunciou que uma das duas cientistas iraquianas que estão sob custódia americanas será libertada nesta quinta-feira. Ele disse que a medida não está ligada a exigências feitas por militantes que mataram dois reféns americanos e ameaçam fazer o mesmo com um britânico. A cientista Rihab Rashid Taha, uma especialista em armas biológicas apelidada de “Dra. Germe” durante o governo de Saddam Hussein, será solta após uma revisão de sua prisão. O ministro da Justiça iraquiano acrescentou que a outra cientista acusada de ligação com os programas de armas de Saddam, Huda Salih Mahdi Ammash, também será solta em breve. Ammash, conhecida como "senhorita Antraz", figurava na lista de 55 integrantes do alto escalão do regime de Saddam incluídos num baralho dos procurados. O Departamento do Estado americano afirmou não ter conhecimento da medida. Combates As duas cientistas foram detidas pelos americanos sob a acusação de terem feito parte da equipe responsável pelos programas de desenvolvimento de armas de Saddam. Dois reféns americanos foram decapitados no Iraque nos últimos dias, enquanto um britânico permanece em poder de militantes. E tropas americanas lançaram novos ataques em Cidade Sadr, um subúrbio no leste de Bagdá. O local concentra um grande número de partidários do clérigo xiita Moqtada al-Sadr. Aviões de combate e artilheria pesada atingiram Sadr City à meia-noite, e mais tiros podiam ser ouvidos durante a noite. Um helicóptero americano foi atingido, mas conseguiu voltar à sua base. Ainda não há informações sobre mortos e feridos na operação. |
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