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ONU aprova resolução fazendo ameaças ao Sudão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Conselho de Segurança da ONU aprovou, neste sábado, uma resolução para tentar pôr fim à violência na província de Darfur, no Sudão. A resolução ameaça o governo do país africano com sanções, caso ele não intervenha para desarmar as milícias acusadas de atacar civis em Darfur. Onze países votaram a favor da resolução, e quatro se abstiveram de votar. A resolução determina a adoção de várias medidas como o embargo de petróleo sudanês, caso o Sudão não cumpra o que prometeu. Dezenas de milhares de pessoas morreram na província e mais de um milhão de pessoas foram obrigadas a fugir de suas casas. A resolução da ONU também pede a convocação de uma comisão para investigar se houve genocídio em Dafur. A votação no Conselho de Segurança da ONU coincide com a visita ao Sudão da comissária de direitos humanos da ONU, Louise Arbour. O enviado especial da ONU ao Sudão, Jan Pronk, teve uma reunião de três horas com ministros do governo do país. Urgência O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pediu ao Conselho de Segurança da organização que aprovasse com urgência o texto. Annan disse que o Conselho não poderia adiar esse trabalho, tendo em vista a situação enfrentada pelos civis na região do oeste sudanês, onde tanto membros do exército quanto rebeldes violaram um acordo de cessar-fogo. |
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