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Rússia afirma que queda de aviões foi 'ataque' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Rússia aumentou a segurança antes do embarque em aviões depois que investigadores confirmaram que vestígios de explosivos foram encontrados nos destroços do segundo dos dois aviões que caíram na terça-feira. As autoridades russas agora estão descrevendo o incidente como um ataque terrorista. Noventa passageiros e a tripulação morreram na queda dos dois aviões, que faziam vôos domésticos e decolaram do mesmo aeroporto de Moscou, o Domodedovo, com minutos de diferença. O Ministério do Transporte russo informou que no futuro todos os passageiros devem apresentar seus passaportes quando comprarem as passagens de avião, ao invés de usar um outro documento que era aceito para viagens domésticas. O Ministério do Interior deverá ter um papel maior na segurança dos aeroportos e dos aviões. Segundo o correspondente da BBC em Moscou as autoridades suspeitam do envolvimento de duas mulheres no incidente. Elas teriam comprado suas passagens pouco antes da decolagem dos dois aviões. Material explosivo Resquícios de um material explosivo foram encontrados neste sábado por investigadores russos nas ferragens do segundo dos dois aviões, afirmou Sergei Ignatchenko, um porta-voz para agência de segurança interna da Rússia. Sinais do explosivo hexogênio foram encontrados no Tu-134, que caiu na região de Tula, ao sul de Moscou. Restos do mesmo material já haviam sido encontrados nas ferragens do outro avião, um Tu-154. Há especulações de que rebeldes chechenos pudessem estar envolvidos no incidente, uma vez que serão realizadas eleições presidenciais na província no domingo. O hexogênio é o mesmo produto utilizado numa série de explosões de edifícios em 1999, que, segundo o governo russo, foi organizada por separatistas da Chechênia. Um porta-voz para o serviço de segurança, o FSB, disse que foram reunidas informações sobre uma série de pessoas que podem estar por trás do atentado Versão anterior No início desta semana, o serviço de segurança russo, o FSB, afirmou que não acreditava que a queda dos aviões tivesse sido provocada por um ataque. Mas a empresa Sibir, que operava um dos aviões, afirmou ter encontrado indícios de que o veículo se dividiu ainda no ar, depois de uma explosão. A Sibir também disse que o avião emitiu um alerta de emergência pouco antes de ser destruído, o que poderia ser uma indicação de seqüestro. |
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