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Polícia diz ter achado corpos em 'tribunal de Al-Sadr' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia iraquiana afirma ter encontrado vários corpos num edifício no centro velho de Najaf que, ainda segundo a polícia, teria sido utilizado como um tribunal religioso por seguidores do clérigo xiita rebelde Moqtada Al-Sadr. Pelo menos dez pessoas mortas foram achadas no local – alguns relatos chegam a falar em 25 corpos. As vítimas seriam iraquianos executados após terem sido condenados pelo tribunal de Al-Sadr, segundo a polícia. Mas um funcionário da Justiça diz que os corpos são de combatentes que morreram no conflito de mais de três semanas com forças dos Estados Unidos. Queimados Um jornalista de uma agência de notícia que visitou o local declarou que os corpos estão inchados e carbonizados. "Encontramos os corpos queimados e apodrecendo", disse à agência Associated Press Amer al-Daami, subchefe de polícia de Najaf, que contou ter descoberto o local em razão do mau cheiro. Alguns corpos, disse Al-Daami, eram de policiais capturados pelos rebeldes, outros eram de civis. O escritório de Moqtada al-Sadr em Najaf criou o tribunal, que ordenava prisões e punições paralelamente à autoridade religiosa ou jurídica do país. Najaf voltou a viver relativa calma após um acordo de paz fechado na quinta-feira à noite, depois do retorno do aiatolá Ali Sistani, principal autoridade xiita, à cidade. |
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