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Treze nepaleses são tomados como reféns no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Treze cidadãos do Nepal que trabalhavam no Iraque foram tomados como reféns. O ministro das Relações Exteriores do Nepal, Prakash Sharan Mahat, disse que o governo está tentando libertá-los. A missão do Nepal na Arábial Saudita confirmou os seqüestros, disse Mahat. Imagens dos homens capturados apareceram no site do grupo militante Exército de Ansar Al-Sunna, que afirma que eles foram capturados no dia 19 ou 20 de agosto. Pobreza Mahat disse que o governo apelou, na rede de televisão Al-Jazeera, para que os seqüestradores libertem o grupo. A empresa sediada na Jordânia que emprega os nepaleses confirmou o desaparecimento de doze de seus funcionários. Iyad Mansoor, diretor-geral da Companhia Morning Star, disse que 67 nepaleses foram contratados para trabalhar em projetos de construção no Iraque. O governo do Nepal não permite que cidadãos do país viajem para trabalhar no Iraque. Mas as autoridades afirmam que os trabalhadores chegaram em território iraquiano de maneira ilegal, principalmente pela Índia. A família de um dos homens desaparecidos, Ramesh Khadka, disse à agência de notícias AFP que ele havia viajado para o Iraque para fugir da pobreza. |
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