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Kerry apresenta queixa à comissão eleitoral dos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, o senador John Kerry, pediu à Comissão Eleitoral Federal dos Estados Unidos que ponha fim à propaganda de televisão que contesta seu histórico militar durante a guerra do Vietnã. Kerry disse que o grupo por trás dos anúncios "imprecisos" está trabalhando ilegalmente com a campanha para reeleger o presidente George W. Bush. O candidato democrata havia dito anteriormente que o grupo está fazendo "o trabalho sujo" de Bush. A Casa Branca negou ter qualquer envolvimento nos anúncios e acusou Kerry de fazer "ataques falsos e sem fundamento". O porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan, disse em Crawford, no Estado do Texas, onde o presidente passa férias em sua fazenda, que Kerry está "perdendo a calma". Embora negue ter alguma coisa a ver com a propaganda, a administração Bush se negou a condená-la. Os anúncios, apresentados pelo grupo "Veteranos pela Verdade", sugere que Kerry está exagerando suas conquistas militares em um ano eleitoral onde a segurança é um tema-chave.
Kerry recebeu cinco medalhas de valentia na guerra do Vietnã. O porta-voz do presidente, Scott McClellan, alegara anteriormente que o próprio Bush foi alvo de propaganda negativa que custou US$ 62 milhões. McClellan afirmou que o presidente condenou "todos os anúncios de grupos obscuros". O próprio senador Kerry condenou propaganda de um grupo liberal, financiado por simpatizantes democratas, que alegou que Bush usou a influência de sua família para evitar serviço militar no Vietnã durante a guerra. O presidente Bush permaneceu nos Estados Unidos durante todo o período de conflito, envolvido em serviço militar junto à Guarda Aérea Nacional do Texas. |
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