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Liga Árabe é contra tropas estrangeiras em Darfur | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Liga Árabe rejeitou qualquer tipo de sanção ou intervenção militar internacional como uma resposta à crise humanitária que atinge o Sudão. Ministros árabes reunidos emergencialmente no Cairo declararam que apóiam a decisão do governo do Sudão de desarmar as milícias árabes e punir os culpados pela suposta limpeza étnica contra negros que vem ocorrendo em Darfur, no oeste do Sudão. Os integrantes da Liga Árabe pediram que a ONU (Organização das Nações Unidas) dê mais tempo para o governo do Sudão resolver a crise. A liga também elogiou as recentes iniciativas do governo do Sudão de enviar tropas a Darfur. A posição é a mesma do governo do Sudão. Em uma entrevista à BBC, o vice-presidente do país, Ali Osman Taha, reiterou o compromisso do governo em desarmar os rebeldes, mas afirmou que o prazo dado pela ONU para isto acontecer (o fim de agosto) é muito apertado. Tropas O governo do Sudão afirma que mais de 6 mil tropas sudanesas encontram-se em Darfur e que o número deve crescer para 12 mil. O vice-presidente lembrou que alguns problemas de logística vêm impedindo uma ação mais rápida em Darfur, mas disse que as tropas na região são capazes de controlar a crise. O governo do Sudão é acusado de apoiar as milícias árabes. No sábado, a ONU alertou sobre o perigo de epidemias aparecerem em Darfur. Mais de um milhão de pessoas (a maioria negros) teve que deixar as suas casas em Darfur. |
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