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Liga Árabe discute envio de observadores a Darfur | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário-geral da Liga Árabe, Amr Mussa, irá promover uma série de discussões sobre o Sudão com integrantes da União Africana e da ONU (Organização das Nações Unidas). Segundo a agência oficial de notícias do Egito, a MENA, os encontros começarão neste domingo no Cairo. Entre os temas abordados está o envio de observadores árabes à região de Darfur que, segundo a ONU, é palco atualmente da maior crise humanitária do mundo. Os observadores árabes ajudariam os integrantes da União Africana que já encontram-se em Darfur. No Sudão, o governador do norte de Darfur, Osman Yusuf Kibir, afirmou no sábado que mais de 200 integrantes do grupo rebelde Justiça e Igualdade teriam se rendido - e que o governo sudanês estaria preparado para absolvê-los. Mas, em uma entrevista à BBC, o comandante do grupo Omar Adam negou as informações do governo de Darfur. Adam ainda acusou o governo sudanês de levar pessoas da fronteira do Chade para Darfur e de dar-lhes armas, fazendo parecer que se tratavam de rebeldes. Em um plano de ação acordado previamente entre o governo sudanês e a ONU, os grupos rebeldes precisam se retirar de áreas vigiadas pela União Africana e entregar as suas armas. |
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