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Civis foram queimados vivos no Sudão, dizem observadores | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um relatório de observadores da União Africana na região de Darfur, no oeste do Sudão, diz que civis foram acorrentados e queimados vivos durante um ataque de milicianos árabes no começo do mês. Segundo o documento, o ataque ocorreu quando a milícia Janjaweed invadiu um vilarejo, saqueou o mercado e matou civis. Reunião da União Africana na capital da Etiópia, Adis Abeba, decidiu preparar planos para enviar uma missão de paz de grande escala ao Sudão para desarmar os milicianos e proteger os civis. Esta é a primeira vez que a União Africana analisou a possibilidade de intervir militarmente nos assuntos internos de um país-membro. Powell A crise humana gerada na região é tema também das conversações que o secretário de Estado americano, Colin Powell, mantém com o presidente do Egito, Hosni Mubarak, na capital do país, o Cairo, nesta quarta-feira. Antes de se reunir com Mubarak, Powell disse que aumenta o consenso entre membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas para a adoção de uma nova resolução, mais dura, sobre o Sudão, que inclua sanções contra o país. O Egito defende os líderes sudaneses, dizendo que eles deram alguns passos positivos e precisam de mais tempo para lidar com uma situação complexa. Powell afirmou que, apesar do fato de que alguns países estão começando a aventar a possibilidade de intervenção militar, essa não é uma opção que o agrada. Em Nova York, o Conselho de Segurança se reuniu a portas fechadas para discutir revisões americanas à resolução sobre o Sudão. |
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