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Ataque mata civil e fere 14 soldados em Bagdá | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um ataque de morteiros no centro da capital do Iraque, Bagdá, matou um civil iraquiano e feriu 14 soldados da coalizão liderada pelos Estados Unidos. Segundo testemunhas, cinco ou seis rajadas de morteiros foram disparadas na Zona Verde, a área de alta segurança que abriga as sedes do governo interino do país e a embaixada americana. Um dos morteiros atingiu e matou um lixeiro iraquiano que trabalhava na área. Os disparos aconteceram no início da manhã desta terça-feira. Em outro incidente, o vice-diretor de um hospital ao sul de Bagdá foi assassinado. Agonia Qassem El-Obaidi foi morto na noite de segunda-feira ao dirigir de volta para sua casa, no município de Mahmoudiya. Um porta-voz do ministério da Saúde classificou o assassinato de Obaidi com um “ato terrorista”. Em meio à onda de violência, o Paquistão voltou a apelar para que os seqüestradores de dois motoristas paquistaneses libertem os reféns. O grupo se autodenomina Exército Islâmico no Iraque e afirma ter decretado sentenças de morte contra os reféns, capturados na sexta-feira. O governo paquistanês disse que os dois homens não têm ligação com a política internacional e que o seqüestro vem causando uma “grande agonia” ao Paquistão. |
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