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Seqüestradores estendem prazo para matar caminhoneiros no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um grupo militante que ameaça matar sete motoristas de caminhão estrangeiros mantidos como reféns no Iraque aumentou o prazo para negociações. O grupo não apresentou um novo prazo para que sua exigência seja atendida. Os militantes querem que o empregador dos reféns, uma empresa do Kuwait, se retire do Iraque. Eles exigiram o pagamento de indenização às famílias de iraquianos mortos em Falluja e a libertação de todos os iraquianos presos no próprio Iraque e nos Estados Unidos. Três dos motoristas são indianos, três são do Quênia e um é egípcio. O governo indiano fez um apelo nas redes de televisão árabes para que seus cidadãos sejam libertados, enfatizando que eles são civis. As famílias de dois dos reféns do Quênia pediram ao governo francês que negocie em nome dos quenianos. Nenhum dos três países enviou tropas ao Iraque, mas seus cidadãos estão trabalhando para companhias particulares em atividade no país. Três milhões de indianos estariam trabalhando na região do Golfo, dos quais cerca de cem mil no Iraque. Um outro grupo disse ter seqüestrado dois motoristas paquistaneses e um iraquiano. E um terceiro grupo divulgou um vídeo mostrando o que, segundo eles, seriam dois motoristas jordanianos mantidos como reféns. |
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