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Refém búlgaro é morto no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um representante do governo da Bulgária confirmou a morte de um cidadão do país que havia sido seqüestrado no Iraque. A rede de televisão árabe Al-Jazeera havia anunciado antes que recebera um vídeo mostrando a morte do refém e exibiu parte da gravação – mas não o momento da morte em si. Um vídeo divulgado na semana passada mostrou imagens de dois búlgaros seqüestrados, ajoelhados em frente aos militantes. “Temos a confirmação de que a morte envolve um dos dois reféns búlgaros. Ainda não temos informações sobre qual deles é”, disse o porta-voz do governo da Bulgária, Dimitar Tsonev, à agência de notícias France Presse. Apelo O governo do país apelou aos militantes que libertassem Georgi Lazov, de 30 anos, e Ivailo Kepov, de 32 anos. Eles estavam transportando carros da Bulgária para Mosul, no norte do Iraque, quando desapareceram em 27 de junho. Segundo a Al-Jazeera, os militantes que haviam seqüestrado os dois búlgaros, ameaçaram matar o outro refém nas próximas 24 horas, a menos que pessoas que são mantidas prisioneiras no Iraque sejam libertadas. A Bulgária tem quase 500 soldados em território iraquiano, mas muitos civis trabalham no país realizando serviços diversos. Egípcio e filipino A Al-Jazeera também informou que militantes estabeleceram um prazo de 72 horas para matar um refém egípcio. As Filipinas ainda aguardam notícias sobre o paradeiro de um cidadão do país, Angelo de la Cruz, que ativistas islâmicos também ameaçaram matar caso o governo Filipino não retirasse suas tropas do Iraque. O vice-ministro do Exterior filipino foi à TV nesta terça-feira e prometeu que os soldados filipinos iriam se retirar do Iraque “assim que possível”. |
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