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EUA criticam retirada 'antecipada' das Filipinas no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos disseram estar decepcionados com a declaração feita pelas Filipinas de que vai retirar seus soldados do Iraque "assim que possível". "Estamos decepcionados em ver medidas como essa em um tempo em que o Iraque está lutando pela sua estabilidade e paz", disse o porta-voz do governo americano, Richard Boucher, segundo a agência de notícias France Presse. O anúncio da retirada dos cerca de 50 soldados filipinos do Iraque foi feito pelo subsecretário do Exterior das Filipinas, Rafael Seguis, na segunda-feira, em um apelo aos seqüestradores de um motorista de caminhão filipino. Os seqüestradores ameaçam matar o refém caso o país não retire seus soldados do Iraque. Indefinição Boucher afirmou que a política dos Estados Unidos é nunca se deixar levar por tais ameaças. Ainda não está claro se as Filipinas vão sair do país em agosto ou no dia 20 de julho, como os seqüestradores exigiram. Seguis, que viajou para Bagdá para tratar das negociações, leu o comunicado dirigido aos militantes que raptaram Angelo de la Cruz, de 46 anos, na rede de televisão árabe Al-Jazeera. "Apelo a vocês e a seus corações como muçulmanos para libertar Angelo de la Cruz, fazendo com que ele possa voltar para sua família e crianças", disse. |
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