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Militar americano seqüestrado no Iraque foi libertado, diz família | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A família do fuzileiro naval americano mantido como refém no Iraque disse que recebeu "sinais confiáveis" de que ele foi libertado. Um irmão de Wassef Ali Hassoun, o militar desaparecido, que é de origem libanesa, disse que a família recebeu a visita em casa, no norte do Líbano, de alguém que trazia o que consideraram a informação confiável de que ele está vivo e livre. Houve informações conflitantes em sites da internet sobre o destino de Hassoun. A última informação é de que ele teria sido levado para um lugar seguro depois de prometer deixar as Forças Armadas dos Estados Unidos. Ameaças Um vídeo com ameaças à vida de Hassoun foi exibido há cerca de dez dias. A rede de televisão árabe Al-Jazeera, que transmitiu o vídeo, afirmou que a ameaça foi feita em nome da organização conhecida como Resposta Islâmica, um braço da Resistência Nacional Islâmica, grupo criado na década de 20. Fiéis muçulmanos realizaram orações e mantiveram uma vigília por Hassoun em uma mesquita nas redondezas de sua casa. Hassoun nasceu no Líbano, mas emigrou há quatro anos para os EUA, onde, mais tarde, recebeu a cidadania americana. |
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