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Congo é banido do comércio internacional de diamantes | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A República do Congo foi retirada da lista de países que são reconhecidos como negociadores legítimos de diamantes. A decisão foi tomada pelos membros do grupo que controla o chamado Kimberley Process Certification Scheme, um certificado internacional que é usado para identificar a origem e, em certo grau, os objetivos envolvidos na comercialização de diamantes. O banimento significa que o país não poderá comercializar mais diamantes com os países signatários do acordo - cerca de 44 nações que controlam a produção, o processamento e o comércio de praticamente 98% do mercado mundial de diamantes. Segundo autoridades que investigaram o país, o governo do Congo não foi capaz de explicar a origem de uma parcela dos diamantes que exportou recentemente. Os investigadores concluíram que o país estava traficando diamantes de outras nações africanas e que estava utilizando bases na Suíça e na Arábia Saudita para vendê-los. O país vizinho à República do Congo, a República Democrática do Congo (o ex-Zaire), já havia feito acusações semelhantes várias vez. O governo da República do Congo negou que tenha participado do tráfico de diamantes e sugeriu que interesses de outras nações teriam levado à decisão de banir o país. O Kimberley Process foi criado com o apoio da ONU (Organização das Nações Unidas) com o objetivo de controlar o mercado ilegal do produto e tentar impedir que ele ajudasse a financiar guerras na África, onde estão alguns dos maiores produtores de diamantes do mundo. |
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