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Angola prende 3 mil por 'comércio ilegal de diamantes' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Soldados e policiais prenderam mais de 3 mil pessoas acusadas de comércio ilegal de diamantes no sul de Angola nos últimos dias. De acordo com um comunicado divulgado pelo Exército angolano, 3,4 mil alojamentos usados por garimpeiros foram destruídos e seus equipamentos e suprimentos confiscados. O Exército de Angola diz que os cerca de 3 mil angolanos serão enviados de volta pra suas regiões de origem e que os 46 estrangeiros serão expulsos do país. Foram detidos 41 cidadãos da República Democrática do Congo, três de Mali, um do Burundi e um da Libéria. "Atos bárbaros" Autoridades dizem que desde o fim da guerra civil em 2002 houve um "fluxo em massa de estrangeiros" para o país. Na quinta-feira, o governo anunciou que cerca de 11 mil pessoas foram expulsas do país desde dezembro para "pôr fim a exploração de recursos econômicos". Grupos de defesa dos direitos humanos têm acusado o governo de "atos bárbaros" contra os estrangeiros que estão sendo expulsos. O ministro do Interior, Osvaldo Serra Van-Dunem, admitiu que o Exército e a polícia têm cometido "excessos" na expulsão de estrangeiros acusados de tráfico de diamantes. Mas o governo defendeu as operações, chamando-as de atos de "soberania na defesa da economia" por parte de um país que depende das exportações de diamante. |
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