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Mercosul não pode desenvolver só um país, diz Kirchner | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Argentina, Néstor Kirchner, defendeu a decisão de restringir a entrada de produtos brasileiros de linha branca (geladeiras, fogões, máquinas de lavar) no país. Segundo ele, o objetivo das medidas é preservar o desenvolvimento da indústria argentina. "Quando pensamos no Mercosul, pensamos em como fazer o desenvolvimento industrial de todos os países, não que se desenvolva um só. Para isso se destinaram as últimas medidas sobre os produtos de linha branca", disse Kirchner, segundo as versões online dos jornais Clarín e La Nación. "Temos que evitar as assimetrias, procurar os pontos de equilíbrio e permitir que as indústrias se desenvolvam de forma equilibrada em todo o Mercosul." Em resposta à pergunta se a medida afetaria as relações com o Brasil, Kirchner disse que "o assunto vai ficar bem". Acrescentou ainda que "sempre se discutem as coisas com Lula (presidente Luiz Inácio Lula da Silva)". "Não vamos permitir as assimetrias" entre os países da região, afirmou. |
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