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Israel mata líder das Brigadas de Al-Aqsa em Jenin | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Tropas israelenses mataram nesta segunda-feira em Jenin, na Cisjordânia, um líder local do grupo palestino Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, Khaled al Hawi. Testemunhas dizem que soldados de Israel cercaram uma casa na cidade em que integrantes da organização armada, ligada ao Fatah de Yasser Arafat, haviam se refugiado. Um porta-voz militar israelense afirmou que vários atiradores do grupo abriram fogo contra soldados que patrulhavam a área. Na Faixa de Gaza, pelo menos dois palestinos morreram e seis ficaram feridos em enfrentamentos em diferentes localidades. Das vítimas fatais, uma foi atingida por tiros em Rafah, perto da fronteira com o Egito, e a outra em Beit Hanoun, ao norte do território palestino. Metalúrgicas Israel também realizou durante a madrugada três ataques aéreos a oficinas metalúrgicas, de acordo com fontes palestinas. As oficinas estão localizadas no norte da Cidade de Gaza, na parte sudeste da cidade e no campo de refugiados de Nusseirat, ao sul da Cidade de Gaza. O exército israelense confirmou ter atacado duas das oficinas metalúrgicas. "As duas metalúrgicas eram usadas pelo Hamas para produzir armas", disseram militares israelenses. Foguetes produzidos por militantes em Gaza freqüentemente contém pouco material explosivo. Por isso os israelenses os consideram pouco mais do que uma "perturbação", segundo o correspondente da BBC em Gaza, Alan Johnston. Mas, na semana passada, as armas improvisadas ganharam um novo significado, depois que mataram um menino de três anos e um homem de 49, na cidade Sderot, ao sul de Israel, de acordo com o correspondente. Os novos ataques fazem parte de uma série de ações desde que os foguetes palestinos conseguiram matar os israelenses. |
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