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'Doutrina Bush é maior vítima no Iraque', diz Washington Post | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Nesta segunda-feira, os principais jornais do mundo ainda falavam das expectativas para a posição dos líderes da Otan em relação ao Iraque quando foram apanhados de surpresa pela notícia da antecipação da transferência da soberania ao país. Em artigo publicado em seu website, o jornal americano Washington Post faz um apanhado dos 15 meses de ocupação americana no Iraque e conclui que a maior vítima de tudo pode ter sido a chamada doutrina Bush. "A política do presidente se baseava em quatro princípios: o de que os Estados Unidos iriam defender seus interesses no Iraque; o de que o governo estava disposto a agir unilateralmente, com ou sem o apoio de uma coalizão; o de que o Iraque era o próximo inimigo de uma guerra contra o terrorismo; e o de que a restauração da democraia no país iria promover uma mudança no Oriente Médio." "Dos quatro, três falharam e um – o da democracia – está por um fio", diz o jornal. Embraer O jornal britânico Financial Times destaca a notícia de que a Embraer deve entregar hoje dois aviões produzidos pela sua joint-venture com a Corporação da Indústria de Aviação da China. Segundo o jornal, a Embraer está consolidando sua presença em um mercado que pode levá-la a um crescimento cada vez mais acelerado. A empresa estima que nos próximos dez anos, a China deve pedir até 260 jatos de pequeno porte, um número muito maior que os 180 já vendidos para a Europa até hoje. Ainda de acordo com o Financial Times, a Embraer é a única fabricante do mundo a apostar em jatos comerciais com capacidade entre 70 e 110 passageiros, um filão que muitos analistas consideram ser o de maior potencial no futuro da aviação comercial. Cinema argentino Numa nota do jornal argentino Clarín comenta uma pesquisa que concluiu que o país representa 1% do público de cinema do mundo, destacando o potencial de exportação da indústria cinematográfica do país. O jornal informa que cerca de 10% do público de cinema mundial são de nativos de língua espanhola e que a Argentina é o segundo maior produtor de filmes nessa língua, atrás apenas da Espanha. Segundo o Clarín, a Argentina deveria aproveitar o fato de que conta com cerca de 50 estúdios, mais de 10 mil estudantes de cinema e um nível de produção aclamado internacionalmente para exportar mais. |
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