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Vizinhos do Iraque elogiam transferência de poder | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os países vizinhos ao Iraque receberam bem a notícia da antecipação para esta segunda-feira da transferência de poder em Bagdá. Alguns expressaram a esperança de que a iniciativa leve ao fim da violência entre insurgentes e tropas da coalizão liderada pelos Estados Unidos. O Kuwait e a Jordânia, ambos com governos que mantêm boas relações com Washington, afirmaram que esperam que a transferência traga as bases para a segurança e estabilidade no Iraque. O rei jordaniano, Abdullah, disse ter confiança em que o Iraque recupere agora a sua liberdade e independência. Posição semelhante foi adotada pelo governo da Turquia. Síria e Irã A Síria, que se opôs à invasão promovida pelos Estados Unidos para derrubar Saddam Hussein, pediu ao novo governo iraquiano que encerre a presença de forças da coalizão – opinião compartilhada também pelo Irã. Na Europa, a França e a Alemanha, que também foram contra a guerra, disseram reconhecer a importância da transferência da soberania e da reconstrução do Iraque. Na Itália, o ministro das Relações Exteriores, Franco Frattini, declarou que seu país tem agora um dever moral ainda maior de ajudar o "valente" governo iraquiano. |
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