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Sauditas buscam corpo de americano decapitado | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Forças sauditas fizeram uma grande operação na capital da Arábia Saudita, Riad, em busca de mais militantes da rede Al-Qaeda e do corpo do americano Paul Johnson, que foi decapitado na última sexta-feira. Os policiais vasculharam o distrito de Al-Malaz, onde foi morto Abdul Aziz Al-Muqrin, líder da Al-Qaeda na Arábia Saudita, após troca de tiros na sexta-feira. Muqrin é apontado como o responsável pelo seqüestro e morte do engenheiro americano. As forças de segurança saudita não informaram o resultado da operação policial. Na sexta-feira, as autoridades sauditas chegaram a anunciar ter encontrado o corpo do americano. Estabilidade O rei Fahd disse que os militantes não vão prejudicar a estabilidade da Arábia Saudita. “Nós não vamos permitir que um grupo perigoso guiado por uma ideologia desafiante desestabilize a segurança do reino,” disse o rei Fahd. “Os muçulmanos de verdade não têm nada a ver com essas ações e não há simpatia pelos que fogem às regras”, completou o rei. O documento, assinado por um grupo que se auto-intitula “Al-Qaeda na Península Arábica”, pede futuras ações na Arábia Saudita no rastro da morte de Muqrin. “Os mujahedeen (combatentes) continuarão a jihad (guerra santa) que prometeram a Deus, e a morte de seus irmãos não vai abalar sua determinação e compromisso", acrescentou. Muqrin está envolvido no ataque, no início deste mês, que resultou na morte do operador de câmera da BBC Simon Cumbers e que deixou seriamente ferido o repórter Frank Gardner. |
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