|
Israel recebe 500 trabalhadores palestinos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pela primeira vez em três meses, Israel permitiu que 500 trabalhadores palestinos cruzassem a fronteira na Faixa de Gaza para trabalhar em Israel. Eles tinham sido proibidos de cruzar a fronteira desde que o líder do grupo militante Hamas Ahmed Yassin foi assassinado por Israel. O número permitido pelo governo israelense, no entanto, não deverá fazer muita diferença em um local onde metade da força de trabalho não tem emprego e onde duas em cada três famílias sobrevivem abaixo da linha da pobreza. Antes da Intifada palestina, dezenas de milhares de palestinos ganhavam a vida em Israel. A decisão do governo de rever, pelo menos em parte, a proibição de entrada pode ser um sinal de que a ameaça do Hamas é hoje menor do que logo após o assassinato de Ahmed Yassin. Após a morte do líder espiritual do grupo, o Hamas ameaçou conduzir uma retaliação de grande proporção contra Israel. Essa ameaça acabou não se concretizando devido a uma série de ações do governo israelense contra o grupo. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||