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Coréia do Norte desafia pedido do G-8 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Coréia do Norte desafiou o mais recente apelo internacional para desmontar o seu programa nuclear. A imprensa estatal criticou a declaração feita pelos países do G-8 (os sete mais industrializados do mundo mais a Rússia) que, na reunião da semana passada, deu apoio às exigências feitas pelos Estados Unidos para que a Coréia do Norte desmonte seu programa nuclear de forma completa, verificável e irreversível. Segundo a imprensa, o grupo está tentando causar mais uma crise como a do Iraque ao tentar impor inspeções das instalações nucleares norte-coreanas. E isso daria justificativas para o país refoçar o seu poderio nuclear. "Nós só podemos acordar para todas essas tentativas de dividir e destruir o nosso país como eles fizeram com o Iraque", afirmou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores. Urânio enriquecido A Coréia do Norte tem um programa de plutônio, mas nega que tenha um programa de urânio. O urânio enriquecido pode ser usado como combustível para estações de energia nuclear mas pode também ser utilizado em armas nucleares. O governo norte-coreano afirmou que só irá desmontar seu programa nuclear em trocas de ajuda e garantias de segurança. Uma nova rodada de negociações sobre o programa norte-coreano deve acontecer nesta semana em Pequim, na China, com a participação de representantes da Coréia do Norte, Coréia do Sul, China, Japão, Rússia e Estados Unidos. |
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