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Bush diz que 'não espera' mais tropas da Otan no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse nesta quinta-feira que não espera que outros países-membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) enviem mais soldados para o Iraque. “Eu não espero que mais tropas da Otan sejam oferecidas”, disse Bush em entrevista após encontro de cúpula do G-8 (o grupo dos sete países mais industrializados e a Rússia) realizado em uma ilha no Estado da Geórgia, sudeste dos Estados Unidos. “Esta é uma expectativa que não é realista.” “O que esperamos é que a Otan talvez ajude no treinamento (de forças de segurança). Isso ocorreria a pedido do governo do Iraque”, disse Bush. Na quarta-feira, Bush disse que esperava que a Otan desempenhasse um papel mais amplo no Iraque, mas o presidente francês, Jacques Chirac - que também participou da reunião do G-8 -, afirmou que não achava que era “função” da aliança participar de ações naquele país. Oriente Médio Nesta quinta-feira, Bush teve um encontro bilateral com Chirac. A coalizão liderada pelos Estados Unidos que ocupa o Iraque conta com a presença de tropas de países da Otan como a Grã-Bretanha, a Itália, a Dinamarca e a Polônia, mas outros membros, como a França e a Alemanha, se opuseram ao ataque contra o regime de Saddam Hussein. Bush também agradeceu o apoio que diz ter recebido de seus companheiros do G-8 em relação à nova resolução da ONU para o futuro do Iraque, aprovada nesta semana pelo Conselho de Segurança da organização. “O povo do Iraque agora pode saber que o mundo está com ele em sua luta por um futuro pacífico, democrático e próspero.” Além disso, ele afirmou que “a difusão da liberdade em todo o Oriente Médio mais amplo é o imperativo da nossa época”. |
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