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G-8 discute cancelamento da dívida africana | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Líderes dos principais países industrializados que formam o G-8 e estão reunidos nos Estados Unidos estão concentrados em assuntos relativos à África nesta quinta-feira. A expectativa é que eles dêem ênfase a mais esforços para cancelar a dívida de países africanos e à luta contra a Aids. Seis líderes de países africanos, os presidentes de Argélia, Gana, Nigéria, Senegal, África do Sul e Uganda, vão discutir o assunto com seus colegas do G-8 durante almoço. O correspondente da BBC Rob Watson afirma que já há uma concordância em relação ao que os dois lados estão tentando conseguir. A África vai continuar a buscar reforma econômica e política, enquanto o G-8 vai fornecer apoio financeiro, assessoria e melhores condições de comércio. Mendigos Segundo o correspondente, os Estados Unidos mostraram interesse em uma nova iniciativa contra a Aids, um sistema de cooperação entre cientistas de todo o mundo que estão trabalhando em uma vacina contra o HIV. O presidente sul-africano, Thabo Mbeki, lamentou que os países ricos vejam os líderes da África como mendigos. Apesar de elogiar a decisão do G-8 de convidar líderes de países africanos para seu encontro anual, Mbeki afirmou: "Nós ainda vamos ser pobres invadindo a festa". A afirmação foi feita em um artigo publicado no jornal This Day, da África do Sul. Segundo Mbeki, um dos coordenadores do primeiro plano interno de recuperação econômica da África, o Nepad, os governos africanos não devem depender de ajuda externa. |
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