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EUA vão aceitar trégua em Najaf, diz político iraquiano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mowaffaq Al-Rubaie, membro do conselho que governa o Iraque, disse que as forças de coalizão lideradas pelos Estados Unidos no Iraque irão aceitar a oferta feita pelo clérigo radical xiita Moqtada Sadr para pôr um fim aos conflitos na cidade sagrada de Najaf. Al-Rubaie disse que as forças americanas vão suspender as operações no local, apesar de "patrulhas de defesa" continuarem na cidade. Os Estados Unidos, no entanto, ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o assunto. Em uma carta assinada, Sadr disse que sua milícia, o Exército de Mehdi, deixaria de usar armas e se retiraria de Najaf se as tropas de coalizão também se retirassem e retornassem a suas bases. Sadr também pediu que o inquérito de assassinato contra ele seja suspenso e que o futuro do Exército Mehdi seja discutido. Confrontos Os Estados Unidos procuram Sadr devido ao assassinato de um clérigo rival em abril de 2003. Sadr nega a autoria do crime. Nos últimos dias, houve conflitos em Najaf entre as tropas americanas e os membros da milícia de Sadr. Sadr liderou uma série de ataques contra as forças de coalizão em cidades no sul do Iraque nos últimos dois meses. O correspondente da BBC em Bagdá Dumeetha Luthra disse que Sadr já havia feito a mesma oferta anteriormente, mas que os Estados Unidos se recusaram a negociar diretamente com ele. Na quarta-feira, tropas americanas capturaram o cunhado de Sadr, Sayyed Ryad al-Nuri, durante incursões em Najaf. Najaf é sede de alguns dos templos mais sagrados para os muçulmanos xiitas. |
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