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EUA vão investigar ataque a casamento no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O general Mark Kimmitt, vice-diretor de operações dos militares americanos no Iraque, confirmou que os Estados Unidos iriam verificar as alegações de iraquianos de que um helicóptero militar americano teria disparado contra uma festa de casamento, matando pelo menos 40 pessoas. Mas Kimmitt também disse que estava convencido de que os militares tinham atacado um alvo legítimo. "Essa é uma das rotas que estávamos observando há muito tempo como um lugar usado por combatentes estrangeiros e contrabandistas." O general disse que as tropas americanas no local do ataque tinham encontrado muitas armas, inclusive rifles AK47s, dinheiro iraquiano equivalente a US$ 1 mil, passaportes estrangeiros e equipamento de comunicação por satélite. "Estamos satisfeitos pelo fato de que as informações de inteligência foram confirmadas pelo que encontramos", disse ele a repórteres em Bagdá. Segundo ele, o Exército pretendia atingir uma casa usada por combatentes estrangeiros perto da fronteira com a Síria, e que os soldados americanos foram atacados. Enterro Nesta quinta-feira, parentes enterraram os mortos. Imagens de TV mostraram corpos, inclusive de crianças, enrolados em cobertores e sendo transportados em caminhões. Também foram exibidas pessoas cavando sepulturas na terra cheia de poeira em Ramadi, a capital da província para onde foram levados muitos dos mortos. Na quarta-feira, testemunhas disseram que o helicóptero americano teria reagido a uma salva de tiros, ato tradicional em casamentos árabes. |
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