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Sonia Gandhi protela formação de governo na Índia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A líder do Partido do Congresso da Índia, Sonia Gandhi, contrariou as expectativas nesta terça-feira, alegando que são necessárias mais discussões antes que ela forme um novo governo no país. O sucesso eleitoral inesperado do Partido do Congresso, de oposição, na Índia, pôs Sonia Gandhi no centro das atenções. Ela é a mais recente representante da dinastia Nehru-Gandhi, que governou a Índia por boa parte dos 57 anos de independência do país. Gandhi falou aos repórteres depois de breve reunião com o presidente do país, Abdul Kalam, e disse que vai voltar a se reunir com ele na quarta-feira - data que havia sido programada para sua posse como primeira-ministra indiana. Na reunião da quarta-feira, Gandhi disse que vai mostrar ao presidente as promessas de apoio que recebeu de outros partidos, inclusive dos comunistas, que ficarão fora de seu governo. Segundo a agência de notícias Associated Press, um aliado de Sonia Gandhi, Somnath Chatterjee, eleito para o Parlamento, disse que ela está pensando se deve realmente se tornar primeira-ministra do país. A viúva do ex-primeiro-ministro Rajiv Gandhi tem 58 anos e nasceu na Itália. Depois de se afastar dos meios políticos após o assassinato do marido em 1991, Sonia foi vista, inicialmente, como uma política relutante e quase reclusa. Ela assumiu a liderança do Partido do Congresso oficialmente em 1998 e foi eleita para o Parlamento em 1999. As ações da bolsa de valores da Índia se valorizaram nesta terça-feira, depois da maior queda em um dia registrada no dia anterior, motivada por temores de que as reformas econômicas no país sejam interrompidas. Manmohan Sing, cogitado para o Ministério das Finanças, disse que as reformas em direção ao livre mercado vão continuar no país. |
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