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Bush: abusos no Iraque foram atos de minoria | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, disse novamente que abusos de priosioneiros iraquianos por soldados americanos foi causado por uns poucos indivíduos. Em seu programa semanal de rádio, ele repetiu que as ações destes soldados não refletem o caráter de dezenas de milhares de militares americanos que serviram no Iraque e os valores do povo americano. "O que ocorreu na prisão foi a maldade de uns poucos e não reflete a personalidade dos 200 mil homens que cumprem sua missão no Iraque", disse. Apesar de Bush continuar insistindo que os abusos cometidos contra detentos na prisão de Abu Ghraib foram atos isolados, novas alegações de que guardas americanos em prisões de Bagdá estariam sendo instruídos para agir assim continuam a aparecer. Inferno Sabrina Harman, uma policial militar, deu entrevistas à imprensa americana afirmando que foi instruída por oficiais de inteligência a preparar prisioneiros para interrogatórios. Ela disse que seu trabalho era "fazer da vida deles um inferno", assim eles falariam. Um relatório interno do Exército também conteria alegações semelhantes, assim como um relatório da Cruz Vermelha, que chegou à conlusão que os abusos "eram parte de um padrão mais amplo e sistemático", ao invéz de atos isolados. A partir do alerta feito pelo próprio Secretário de Defesa, Donald Rumsfeld, de que mais fotografias e vídeos de abusos de prisioneiros existem, há praticamente certeza de que novas novas imagens virão a público. Rumsfeld está enfrentando forte pressão da oposição democrata para entregar seu cargo, mas pesquisas de opinião pública sugerem que a maioria da população americana não acredita que ele deveria pedir demissão. Mesmo assim, o posto de Rumsfeld na administração Bush não é seguro. |
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