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Responsável por prisões dos EUA no Iraque pede desculpas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O novo comandante militar americano responsável pelas prisões no Iraque pediu desculpas pelos abusos praticados por soldados dos Estados Unidos contra prisioneiros. O general Geoffrey Miller disse que os maus-tratos cometidos por alguns militares são "ilegais e desautorizados". Miller afirmou também que alguns métodos de interrogatório – como a deprivação do sono ou encapuzar o interrogado – serão abolidos ou amenizados como conseqüência do escândalo que envolveu a publicação de fotos que mostraram presos iraquianos torturados. O grupo de defensa dos direitos humanos Anistia Internacional elogiou as mudanças, mas disse que elas não são suficientes. Confiança Miller, que antes atuava como responsável pelo centro de detenção de acusados por terrorismo na base americana de Guantánamo, em Cuba, prometeu tentar resgatar a confiança dos iraquianos. "Eu, pessoalmente, garanto que isso não acontecerá novamente", declarou, após pedir desculpas pelo ocorrido. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que os maus-tratos de prisioneiros iraquianos é "vergonhoso e inaceitável", segundo seu porta-voz, Scott McClellan. A assessora americana para a Segurança Nacional, Condoleezza Rice, disse que o presidente Bush garantiu que os soldados responsáveis por maus-tratos a prisioneiros iraquianos em Abu Ghraib terão que responder por seus atos. O Exército americano admitiu a ocorrência de 25 mortes de pessoas sob custódia no Iraque e no Afeganistão, inclusive dois assassinatos. |
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