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Bush defende ação no Iraque apesar de críticas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um ano depois de declarar o fim das operações de combate no Iraque, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, defendeu seus comentários de 2003. Depois de um dos piores meses para as forças americanas no Iraque, em que ocorreram choques em cidades como Falluja, os críticos do presidente americano se concentraram no discurso feito no USS Lincoln, em que havia uma faixa que dizia, em inglês, "Missão Cumprida". "A vida do povo do Iraque está muito distante da crueldade e corrupção do regime de Saddam Husseim", disse Bush em seu discurso semanal pelo rádio. Mas o presidente americano alertou para os desafios que ainda restam. "Milícias ilegais, remanescentes do antigo regime, junto com terroristas internacionais, estão tentando tomar pela força o poder que eles jamais poderão conseguir pelo voto", afirmou. "Estes grupos conseguiram pouco apoio do povo iraquiano." Bush reconheceu que deverá ocorrer mais violência até a entrega da soberania a um governo iraquiano no próximo dia 30 de junho. "Não seremos intimidados ou desviado dos objetivos. No dia 1º de julho, e além desta data, nosso compromisso militar e de reconstrução vai continuar." Segundo o correspondente da BBC em Washington, Nick Childs, Bush não se desculpou pelo discurso feito em 2003, mas tentou falar da situação de outra forma. Sem mencionar o número de mortos e feridos durante o mês de abril, o presidente disse que as forças americanas estão fazendo um "grande sacrifício". Bush disse às famílias dos soldados mortos que o sacrifício "não foi em vão". |
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