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EUA alertam Síria de que vão impor sanções | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos alertaram a Síria de que pretendem impor sanções por causa do que eles chamam de apoio que os sírios dão ao terrorismo e a incapacidade do país de evitar que militantes entrem no Iraque. O porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan, disse que os Estados Unidos estão trabalhando para por as sanções em prática, e que a Síria deveria modificar sua atitude. O porta-voz comentou ainda que “falaremos mais sobre isso muito em breve”. Os comentários acontecem depois que dois congressistas acusaram o presidente George W. Bush de relaxar a pressão sobre a Síria. Preocupações Ileana Ros-Lehtinen, dos Republicanos, e Eliot Engel, dos Democratas, criticaram o presidente por não implementar as sanções já aprovadas contra a Síria. “Nossa meta é … assegurar que vamos dar os passos necessários para que a Síria modifique seu comportamento”, disse McClellan. Em novembro, o Senado americano aprovou um leque de opções para penalizar a Síria, incluindo corte em exportações e investimentos ao país e restrições às viagens de diplomatas sírios aos Estados Unidos. As sanções proíbem, por exemplo, a exportação de tecnologia que possa ser usada para armamentos. O governo americano também pode congelar bens sírios nos Estados Unidos e limitar o uso do seu espaço aéreo a aeronaves sírias. As maiores preocupações americanas são de que militantes estariam usando a Síria como ponto de entrada para o Iraque, e a intenção do país em adquirir armas de destruição de massa. |
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