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Intelectuais apelam por reformas políticas na Síria | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mais de mil intelectuais sírios estão apelando ao presidente Bashar al-Assad para implementar reformas políticas no país. Numa petição assinada por escritores e juristas, o grupo apela às autoridades para libertarem os prisioneiros políticos e acabarem com o estado de emergência que vigora no país desde 1963. O documento diz que a medida provocou a paralisia da sociedade síria. Na lista de exigências, a petição inclui a restituição das liberdades democráticas como o direito à formação de partidos políticos e associações cívicas. Pressão intensa Os organizadores dizem que esperam recolher um milhão de assinaturas antes de apresentarem a petição ao governo no próximo mês, no aniversário da posse do partido governante Baath. O presidente Assad ignorou petições semelhantes no passado, mas o país está sob intensa pressão de Washington nos últimos meses. Os ativistas democráticos sírios dizem estar esperançosos de que o governo reconheça que reformas e a reconciliação nacional poderão constituir uma importante defesa contra a influência dos Estados Unidos. No mês passado, o presidente Assad libertou mais de 100 prisioneiros políticos e pôs em liberdade mais de 700 prisioneiros no aniversário de sua posse, em junho de 2000. |
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