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Clérigo radical é libertado e preso de novo na Indonésia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Polícia da capital da Indonésia, Jacarta, libertou e prendeu de novo, logo em seguida, um dos mais conhecidos clérigos radicais islâmicos do país. Abu Bakar Bashir havia sido libertado ao ter cumprido sentença de 18 meses por crimes de imigração. A Polícia anunciou que, agora, ele está sendo indiciado por crimes relacionados a atividades terroristas – mas não revelou mais detalhes. Simpatizantes do clérigo entraram em confronto com a polícia do lado de fora da prisão onde ele cumpriu a pena original. Eles alegam que as acusações contra Bashir são falsas e que o governo está cedendo à pressão internacional para mantê-lo atrás das grades. Jemaah Islamiyah Os cerca de mil simpatizantes dos clérigos jogaram pedras na polícia, que respondeu atirando bombas de gás lacrimogêneo e acionando canhões de água. Várias pessoas ficaram feridas e alguns carros foram destruídos. Abu Bakar Bashir é o suposto líder da organização radical islâmica Jemaah Islamiyah, acusada de organizar o atentado que matou 202 pessoas na Ilha de Bali, há cerca de dois anos. O clérigo, que está sendo mantido na delegacia central de Jacarta, nega qualquer envolvimento com atividades terroristas. |
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