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Exército americano e iraquianos entram em acordo em Falluja | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército americano e combatentes iraquianos chegaram a um novo acordo, neste sábado, na cidade de Falluja. Os insurgentes se comprometeram a continuar com a coleta de armas na cidade e, a partir de terça-feira, dia 27, o porte de armas passará a ser ilegal. Nesse mesmo dia, os policiais iraquianos se juntarão com os soldados americanos para patrulhar Falluja. Os moradores e assistentes humanitários terão permissão para entrar na cidade. Ofensiva O negociador americano afirmou que o acordo demonstra o comprometimento da cidade para acabar com a violência. No entanto, a correspondente da BBC em Falluja, Jennifer Glass, afirmou que o acordo é similar ao da semana passada, que não foi completamente implementado. O Exército dos Estados Unidos estava se preparando para uma ofensiva contra os insurgentes. Cerca de mil soldados extras foram enviados como reforço à cidade para uma eventual invasão. As tropas americanas e os rebeldes iraquianos estabeleceram um cessar-fogo, mas os combates não pararam completamente e desde quarta-feira foram retomados com violência. Entre quarta-feira e quinta-feira, pelo menos 39 iraquianos morreram em combates, segundo os americanos. |
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