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Irã tenta mediar crise entre xiitas e EUA no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma delegação do Ministério das Relações Exteriores do Irã chegou ao Iraque nesta quarta-feira para mediar o impasse entre a coalizão liderada pelos Estados Unidos e muçulmanos xiitas radicais liderados pelo clérigo iraquiano Moqtada Sadr, de acordo com a agência France Presse. De acordo com a agência de notícias estatal do Irã, o ministro para Assuntos do Golfo Pérsico iraniano, Hossein Sadeghi, que também é um diplomata graduado terá conversações com a coalizão, políticos iranianos e líderes religiosos. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Kamal Kharazi, disse que a mediação foi pedida por Washington. "Houve um pedido de apoio para ajudar a melhorar a situação no Iraque e resolver a crise e estamos fazendo esforços neste sentido", disse Kharazi depois de uma reunião ministerial. Eixo do Mal Correspondentes da BBC no Iraque afirmam que o Irã, um país de maioria xiita, tem interesse em fortalecer a posição do Aiatolá Ali Al-Sistani, mais moderado. A trégua de cinco dias na cidade de Falluja foi prorrogada nesta quarta-feira apesar de confrontos localizados e esporádicos, com vítimas dos dois lados, enquanto o governo americano buscava o apoio do clero iraniano para ajudar a neutralizar a violência no Iraque. O presidente George W. Bush afirmou que autorizou o uso de força para manter a ordem no Iraque, mas insistiu que a coalizão continua determinada a entregar o poder aos iraquianos no dia 30 de junho, como previsto. Enfrentando resistência por parte de rebeldes muçulmanos sunitas e xiitas, os americanos buscaram a ajuda do Irã, um país incluído por Bush no chamado "eixo do mal", juntamentecom a Coréia do Norte e o Iraque então presidido por Saddam Hussein. |
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