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Operação antiterror prende suspeitos na Itália | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia da Itália afirmou nesta quinta-feira que prendeu várias pessoas suspeitas de planejar atentados terroristas. Um helicóptero foi empregado na operação, que se concentrou na cidade de Perugia, na região central do país, e que é dominada por uma universidade. As autoridades italianas prenderam vários supostos militantes islâmicos recentemente, em especial no norte do país. Investigadores dizem que há grupos muçulmanos na área com possíveis ligações com a rede extremista Al-Qaeda. Estado de alerta Mas os serviços secretos da Itália advertiram para o surgimento de militância radical islâmica nos últimos meses e o risco de que indivíduos ou pequenos grupos - mesmo aqueles sem ligação com organizações extremistas - embarquem em ataques. O país está em estado de alerta desde os atentados de 11 de março na capital espanhola, Madri. O Ministério do Interior identificou Perugia como um possível alvo para ataques de militantes islâmicos. Suicídio suspeito Na quarta-feira, a polícia disse que está ampliando a investigação do suidício do marroquino Moustafa Chauki, de 35 anos, que encheu seu carro com cilindros de gás e ateou fogo a eles, diante de uma lanchonete Mc Donald's, na cidade de Brescia, no último domingo. A polícia recebeu uma carta póstuma em que Chauki dizia que seu suicídio era um protesto contra a guerra no Iraque. O marroquino dizia ainda que não era um membro da Al-Qaeda ou de qualquer grupo extremista, mas estava revoltado com a guerra no Iraque e culpou a Itália por apoiá-la. Em fevereiro, a polícia italiana prendeu três norte-africanos suspeitos de planejar um atentado a bomba no metrô de Milão e em uma catedral no norte da Itália. |
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