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Gabinete francês se demite, mas Chirac mantém premiê | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro francês, Jean-Pierre Raffarin, renunciou após a derrota de seu partido nas eleições regionais de domingo, mas foi imediatamente indicado novamente para o cargo pelo presidente Jacques Chirac. O restante do ministério, porém, também apresentou a sua demissão, e haverá assim mudanças em postos importantes. O partido UMP, de Chirac e Raffarin, foi praticamente varrido do mapa político regional. O resultado alimentou rumores de que Raffarin teria de deixar o poder, mas o palácio presidencial anunciou nesta terça-feira que ele continuará. Reformas Raffarin, que vem implementando um impopular programa de reformas sociais idealizado por Chirac, poderia abandonar o posto ainda este ano, antecipam correspondentes em Paris. As reformas incluem os setores de pensões e empregos. O público, porém, está bastante insatisfeito com o desempenho do governo de centro-direita nessas áreas, e o resultado eleitoral parece traduzir esse descontentamento. A esquerda e seus aliados conquistaram cerca de 50% dos votos no segundo turno no último domingo. Com isso, das 21 regiões continentais da França, apenas a Alsácia permaneceu nas mãos da UMP. |
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