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Extrema-direita espera avanços nas eleições regionais da França | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os franceses vão às urnas neste domingo para votar nas eleições regionais, que estão sendo vistas como um teste da popularidade do governo de centro-direita do presidente Jacques Chirac e do primeiro-ministro, Jean-Pierre Raffarin. Chirac foi eleito presidente em 2002. As eleições, que são realizadas a cada seis anos, são para cargos nos 22 conselhos regionais do país. Segundo a correspondente da BBC em Paris, Caroline Wyatt, há expectativa de que vários eleitores vejam nas eleições uma oportunidade para manifestar seu descontentamento com o desemprego e as reformas do governo nas áreas de saúde e aposentadoria. Pesquisas de opinião mostram uma crescente apatia do eleitorado. Até 50 por cento dos franceses disseram que não estão inclinados a votar. Wyatt afirma que o alto índice de abstenção pode levar a avanços da extrema direita. A Frente Nacional, de Jean-Marie Le Pen, já vem demonstrando ter apoio considerável, com até 16 por cento de preferência do eleitorado em pesquisas de opinião. A filha de Jean-Marie Le Pen, Marine Le Pen, é candidata na região de Ile de France, no subúrbio de Paris. Segundo Caroline Wyatt, partidários da Frente Nacional esperam que Marine Le Pen atraia especialmente o eleitorado mais jovem e as mulheres, com sua forma mais suave, mais "politicamente correta" de falar. |
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