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Tony Blair vai à Líbia se encontrar com Gaddafi | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo britânico confirmou que o primeiro-ministro Tony Blair viajará para a Líbia nesta quinta-feira para se reunir com o presidente Muammar Gaddafi. O encontro segue a recente retomada das relações diplomáticas entre a Líbia e os países do Ocidente estimulada pela decisão do governo líbio de renunciar às armas de destruição em massa. O vice-primeiro-ministro da Grã-Bretanha, John Prescott, disse ao Parlamento, em Londres, que "é certo manter um diálogo com Gaddafi". Mas o Partido Conservador descreveu a visita como altamente questionável e afirmou que a Grã-Bretanha não deveria esquecer que, no passado, a Líbia apoiou o terrorismo. Em dezembro de 2003, o governo da Líbia concordou em destruir e desmantelar todos os seus programas de armas químicas, biológicas e nucleares. A declaração aconteceu depois de nove meses de negociações entre oficiais da Líbia, dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha. Outro fator que abriu o caminho para a retomada das relações diplomáticas foi o pagamento, por parte do governo líbio, de indenizações aos parentes das vítimas do atentado que derrubou um avião em 1988 sobre a cidade de Lockerbie, na Escócia. |
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